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Alzheimer pode ser tratado com anti-inflamatórios

anti-flamatório
  Os artigos publicados pelo CONAZ têm o intuito de divulgar informações sobre os avanços de estudos relacionados ao Alzheimer pelo mundo. Este artigo apresenta pesquisas e testes preliminares que ainda não tiveram sua eficácia comprovada no tratamento/prevenção da doença. Para esclarecer qualquer dúvida ou obter mais informações, o leitor deverá procurar o órgão ou empresa responsável pelo estudo divulgado.

Um remédio usado para combater dores leves ou moderadas, como artrites reumatóides, pode ser a nova sensação no tratamento do Alzheimer e de outras demências. A descoberta do uso do remédio, chamado salsalato, para esse fim,  foi publicada pela revista Nature Medicine.

Em experimentos com ratos,  os pesquisadores descobriram que o salsalato agiu na prevenção do acúmulo de tau no cérebro, além de protegê-lo de problemas cognitivos semelhantes aos causados pelo Alzheimer e demência frontotemporal. Com isso, foi possível recuperar os danos causados à memória dos animais, evitando  a atrofia do hipocampo.

Isso acontece porque o medicamento inibe a acetilação da proteína tau, processo que a torna tóxica e leva ao déficit cognitivo e neurodegenerativo.  Esse foi o primeiro medicamento descoberto que teve a capacidade de reverter todos os aspectos da toxicidade da proteína tau no cérebro.

Os efeitos positivos do salsalato foram comprovados em testes onde os animais já possuíam a doença, o que é uma boa opção para tratamento contra o Alzheimer.

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4 ComentáriosDeixe um comentário

  • Primeiro gostaria de parabenizar a vocês do Conaz pelo belo trabalho de informação no que há de moderno e novo para os doentes de Alzheimer e gostaria de mais informações sobre esse anti- inflamatório :
    Se já existe!
    Quantos comprimidos podem ser administrados e a quantidade dia.
    Espero. Uma resposta em breve!
    Desde já , muito obrigada por me manter informada!

  • Acho que este estaria mais próximo de nós auxiliar uma vez que ele é de udo comum a uma DÇ já existente a longo tempo. Agora de que forma vamos estar inserindo este medicamento na vida dos pacientes é a questão….
    ATT.

  • Eu, parabenizo a todos da equipe da CONAZ, que não cansam de pesquisar a respeito da doença de Alzheimer, gostaria de saber mais a respeito desse medicamento, pois meu marido esta com Alzheimer. No aguardo de novas informações, sou muito grata.

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