CONAZ – Congresso Nacional de Alzheimer | Portal

Família relata drama de mãe britânica diagnosticada com Alzheimer aos 29 anos

ALZHEIMER
  Os artigos publicados pelo CONAZ têm o intuito de divulgar informações sobre os avanços de estudos relacionados ao Alzheimer pelo mundo. Este artigo apresenta pesquisas e testes preliminares que ainda não tiveram sua eficácia comprovada no tratamento/prevenção da doença. Para esclarecer qualquer dúvida ou obter mais informações, o leitor deverá procurar o órgão ou empresa responsável pelo estudo divulgado.

Apenas com 29 anos, mulher é diagnosticada com Alzheimer. Hoje, com 42, ela vive em um lar para idosos.

A demência precoce, como é chamada qualquer tipo de demência em pessoas com menos de 65 anos, tem sido mais comumente diagnosticada em pessoas na faixa dos 30 aos 50 anos. Mas Zoe é uma das  que foge a excessão, fazendo parte do grupo de 17 mil pessoas na Grã-Bretanha que vivem com a doença.

A família de Zoe conta que só percebeu os sinais de que algo não estava certo quando a filha de Zoe, Louise e sua irmã estavam de férias com a avó e um parente próximo a encontrou desesperada em um parque, à procura das filhas.

A avó de Louise, Julie, diz que ainda sente falta dos momentos diários que não pode mais compartilhar com sua filha – como ir às compras ou passar um dia na praia.”É uma das piores doenças”, diz ela. “Tudo foi apagado.”

Após uma série de exames, Zoe foi diagnostica com demência precoce, mas os médicos ainda não conseguiram explicar porque alguém tão jovem desenvolveu o  Alzheimer. “Logo no início, assim que ela foi diagnosticada, eles disseram que, infelizmente, às vezes essas coisas acontecem”, diz Julie.

No início da doença, Zoe ainda conseguiu conviver com suas filhas, mas os sintomas foram avançando rapidamente, o que impossibilitou que ela continuasse a cuidar de suas duas meninas.

Atualmente, com 42 anos, Zoe vive em uma casa de repouso em Ashford, Inlgaterra, em uma ala especial para pacientes que tiveram demência precoce. Ela é a pessoa mais jovem da instituição.

Sua filha, Louise, que era apenas um bebê quanto tudo aconteceu com sua mãe, hoje arrecada fundos para a Sociedade do Alzheimer. Ela espera que a pesquisa possa ajudar a prevenir que o mesmo aconteça com outras famílias.”Eu não posso ajudar a minha mãe, agora é tarde demais – não há nada que alguém possa fazer para ajudá-la. Mas se eu puder ajudar outras pessoas, então vale a pena.”, conta Louise.

 

Coloque o seu e-mail abaixo para receber gratuitamente atualizações do blog!

8 ComentáriosDeixe um comentário

  • Espero aprender , pois estou ainda sem saber o que fazer, agir e cuidar , por mais que eu leia sobre mais angustiada fico.

    • Terezinha, nos momentos de angústia pense que seu familiar com Alzheimer pode não saber mais quem você é, mas você sempre saberá quem ela(e) é e o que representou em sua vida. Ter um familiar com Alzheimer não é fácil, o dia tem que ser vivido um de cada vez, o aprendizado é eterno. Procure páginas ou blogs no Google em que pessoas que passam por esse processo de saúde/doença participem, interajam e compartilhem experiências. Isso pode ajudar a te dar um norte melhor.
      Beijos, força e saúde!

  • Estou com Demência já algum tempo e está ficando cada vez mais difícil mesmo fazendo tratamento com especialista muito bom gostaria de mais informações Obrigada

  • Em minha esposa os primeiros sintomas começaram em 2007, então com 53 anos. Hoje está numa fase já bem confusa onde a fala e o reconhecimento dos próximos já está bastante prejudicado, necessitando de todo cuidado para entender e atender suas necessidades básicas.

  • Pois é, eu tenho um pai com 86 anos e foi diagnosticado; porem uma coisa é a Inglaterra outra é o Brasil onde nao tem, nem é aceitavel um lugar especializado para quem tem a doença, ser cuidado. O cuidador tem que lidar com o doente e a familia. Quem é daqui sabe como vivemos dependentes dos pais. To na luta e vencendo. Descobri que se tudo for bem disciplinado nos cuidados basicos o paciente fica tranquilo.

  • Eu sou cuidadora de e lido do pessoa idosa quando está com caso crítico e a pessoa usa ainda fica debilitada tem usa pra axpirar o paciente como faz a gente fica de mãos quase.?

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *