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Animais de estimação e sua importância na vida de quem tem Alzheimer

Animais de estimação e sua importância da vida de quem tem Alzheimer

Além de diversão e carinho, os animais de estimação também possuem um papel muito importante no tratamento de doenças como Alzheimer, depressão e autismo. O uso desses animais como real forma de tratamento na recuperação de pacientes já tem até um nome, zooterapia.

Mas os fiéis bichinhos de estimação desempenham um grande papel na hora da recuperação do doente. Considerado como o “melhor amigo do homem”, o cachorro tem grande função terapêutica. “O contato com o cão desfoca a pessoa da doença e propicia a liberação de endorfina, substância que traz sensação de bem-estar e bom humor”, observa a veterinária e psicóloga Hannelore Fuchs, de São Paulo.

O contato com animais serve como uma quebra na rotina do idoso, trazendo um pouco de alegria para o seu dia. É por isso que cães, coelhos e até tartarugas são bem-vindas em algumas casas de repouso. “Os idosos se abrem, conversam e alguns sorriem pela primeira vez depois de muitos dias”, relata Hannelore. Além disso, os animais também colaboram para aumentar o equilíbrio do idoso e estimulá-lo a caminhar mais.

A Associação Americana do Coração divulgou em recente artigo que o contato com o bicho de estimação, em especial o cachorro, pode ajudar a afastar problemas cardiovasculares, um dos fatores de risco para o desenvolvimento do Alzheimer. Dentre os motivos, a Associação Americana destaca o aumento da prática de atividade física, redução da pressão arterial, maiores chances de sobreviver a um ataque do coração, diminuição do estresse, níveis de colesterol e triglicérides.

 

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