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Composto que paralisa o avanço do Alzheimer é descoberto

idosos sorrindo e conversando sobre novo composto que pode paralisar o Alzheimer
  Os artigos publicados pelo CONAZ têm o intuito de divulgar informações sobre os avanços de estudos relacionados ao Alzheimer pelo mundo. Este artigo apresenta pesquisas e testes preliminares que ainda não tiveram sua eficácia comprovada no tratamento/prevenção da doença. Para esclarecer qualquer dúvida ou obter mais informações, o leitor deverá procurar o órgão ou empresa responsável pelo estudo divulgado.

 

Muito se tem pesquisado sobre formas de retardar e até mesmo curar a doença de Alzheimer, mas até o momento, nenhum tratamento mostrou a eficácia necessária para trazer mais tranquilidade aos familiares e doentes. Estudos com o composto EPPS prometem bons resultados.

Pesquisas com a droga Solanezumab vêm sendo realizadas por cientistas americanos com o intuito de conseguir tratar a doença em seu estágio inicial; assim como os chineses ainda buscam uma forma de desacelerar o avanço da doença.

Mais um estudo que promete ajudar no tratamento da doença está sendo desenvolvido por pesquisadores do Instituto Coreano de Ciência e Tecnologia, da Coréia do Sul. Os coreanos encontraram um elemento que foi capaz de reverter o Alzheimer em ratos, demonstrando resultados bem-sucedidos até o momento.

O responsável pela reversão do Alzheimer em ratos é o composto químico EPPS, semelhante à taurina, um aminoácido geralmente encontrado em bebidas energéticas. Quando adicionado à água dos ratos que apresentavam sintomas do Alzheimer, os bichinhos mostraram grande melhora de desempenho nos testes de comportamento e de labirinto, comparados aos ratos que não receberam o mesmo composto.

Ao analisar como o cérebro dos animais havia se comportado após a ingestão do composto EPPS, os cientistas constataram que as placas da proteína beta-amilóide (que ficam grudadas no cérebro e dificultam a comunicação nervosa) tinham diminuído consideravelmente. O processo funciona como uma “limpeza”, já que a substância se liga aos beta-amilóides e os faz desgrudar do cérebro, convertendo-os em moléculas mais simples.

Os testes ainda não foram feitos em humanos, portanto, sua eficácia contra o Alzheimer ainda não foi comprovada. No cérebro humano, a aglutinação das placas beta-amilóides acontece de uma forma diferente, o que torna o processo de “descolagem” um pouco mais difícil.

Para o líder da pesquisa, YoungSoo Kim, nem esse processo, nem qualquer outro que esteja sendo estudado, será capaz de conseguir reverter os danos causados pelo Alzheimer, mas eles o poderão funcionar de forma compensatória, impedindo o avanço da doença e salvando o doente da morte.

 

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