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Conheça Hogewey, uma vila totalmente adaptada feita para pacientes com Alzheimer

boa convivência

Uma pequena vila em Weesp, na Holanda, chama a atenção do mundo inteiro: ela é habitada somente por idosos diagnosticados com a Doença de Alzheimer. Com a supervisão constante de médicos, enfermeiros e assistentes sociais, a Hogewey Village proporciona um pequeno mundo adaptado às fantasias dos pacientes, para que eles consigam levar uma vida normal. A ideia começou há 8 anos, quando o lugar ainda era um hospital psiquiátrico comum. Segundo a diretora, o lugar “era um hospício e mais parecia uma cadeia. Tinha aquele cheiro de hospital. E os pacientes se sentiam presos. Bem diferente daqui”.

Além do conforto, o lugar tenta recriar uma experiência de vida normal para os pacientes, com salão de beleza, restaurante, café, clube cultural e mercado – onde os profissionais da saúde se passam por atendentes, garçons e manicures com a maior naturalidade. A vila, que possui 23 casas com 140 internos e 30 profissionais, é mantida com o dinheiro do Governo e doações de pessoas e entidades.

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A diretora clínica completa: “Pelo menos aqui os doentes têm uma vida normal dentro do mundo criado pela mente deles. E nós procuramos respeitar a individualidade de cada um. Todos, ao seu modo, são felizes”.

A motivação de criar o lugar veio de uma antiga funcionária do asilo: Quando Yvonne Van Amerongen recebeu uma ligação de sua mãe duas décadas atrás, dizendo que seu pai havia morrido de enfarto – súbito e indolor – uma das primeiras coisas que ela pensou foi: “Graças a Deus ele nunca precisou estar em um asilo”.

Yvonne já estava trabalhando no asilo na época, vivenciando exatamente tudo que ela nunca quis para seus pais. Aquela ligação de sua mãe a incentivou a fazer a promessa de tornar os asilos mais habitáveis e menos tristes. Há vinte anos, ela começou a trabalhar para fazer sua ideia virar  realidade e se tornou uma das seis fundadoras de Hogewey Village.

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14 ComentáriosDeixe um comentário

  • Temos muito a aprender com os Holandeses. Esta ideia de espaço de convivência para idosos com DA é maravilhosa!! Desta forma se sentiriam realmente em casa e com sua merecida privacidade, cuidados e liberdade.

  • sou cuidadora de pessoas a 25 anos, mas começei a ter interrese pelo o alzhemer a 12 anos eu fui estagiar em um asilo da prefeitura e la tinha uma senhorinha com essa doença e totalmente abandonada pela a familia e as cuidadoras do asilo se quer conversava com ela, e aquilo me chamou atençao dai a cuidadora me disse que nao adiantava falar com ela porque ela tinha alzheimer, desde dia em diante eu fiquei curiosa e intrigada e pensei ela nao fala porque ninguem o estimula falar, e logo eu passei a dar a ela o cafe da manha e o almoço e lhe fazia carinho em seu rosto e segurar em sua mao e ela me surpreendeu quando eu me despedir dela dai ela segurou bem forte a minhas maos e nao o soltava mais, e outros dias mais ela sorria e me beijava e sempre segurando em minhas maos e de vez emguando ela falava comigo em momentos de lucidez e sempre sorrindo para min . eu numca mais eu esqueci aquela senhorinha, foi ai que eu me interesei por essa doença e pesquisei para emtender mais e poder me preparar para o meu proximo paciente , e eu me deparei com muito familiar despreparado com o familiar com essa doença ums fazendo tudo para o paciente e nao deixando ele fazer aquilo que ele e capaz de desenvolver tarefas como se vestir ou escovar os dentes ou levar para passear, e outros achando que o paciente fazia xixi nas calças por pirraça ou discutia com o paciente agitado e agressivo , a familia totalmente despreparada e as veses nao entendia nada da doença e acabava se estressando e deixando o paciente estressado tanbem, em fim no final eu tinha que ajudar a familia tanbem e hoje sou uma profissional mas comtinuo estudando e pesquisando sobre doença de alzheimer e no final de tudo o amor e carinho vence tudo, amo o que faço. abraços ivanilde santos cuidadora de pessoas.

  • Isso é. Que é. Um mundo humanizado,onde as pessoas são tratadas com o devido respeito.Parabens para os criadores dessa qualidade de vida.

  • Felizes os holandeses. Infelismente esta doenca esta tomando conta do mundo e nada esta se fazendo p.ajudar as familias a passar p.esta dor terrivel. Meu marido ficou doente 15 anos faleceu ,agora e minha mae ,n.temos cuidadores experientes so aproveitadores da situacao dificil. Remedios carissimos , o governo finge q.o problema n.existe e assim fica familia e doentes desamparados…….muito triste..

  • Que bom seria se todo o dinheiro para patrocinar guerras fossem usados para formação de lugares como este que resgata a dignidade do ser humano.

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